Mais de 80% das empresas agora consideram o modelo de força de trabalho global remota.
BOSTON— 25 de junho, 2020de junho —Uma nova pesquisa divulgada pela Globalization Partners e pela CFO Research indica que a maioria das empresas não se deixou abalar pelo impacto da COVID-19 e continua avançando com planos para novas operações internacionais ou para a expansão das já existentes. Mais da metade dos entrevistados manifestou interesse em expandir ou adicionar operações na região da Ásia-Pacífico. Os resultados também mostram que 83% dos entrevistados disseram que estão considerando um modelo de força de trabalho remota e global como solução para as mudanças provocadas pela COVID-19.
Apesar da crise econômica induzida pela pandemia, 45% dos entrevistados estão atualmente em expansão global ou apenas adiando ligeiramente sua expansão e farão isso dentro de um ano. Outros 9% mantêm a intenção de expandir internacionalmente, mas permanecem em compasso de espera por um ano.
Depois da América do Norte, com 71%, a região Ásia-Pacífico (excluindo a China), visada por 65%, foi a região mais popular para operações novas ou expandidas. A conquista de participação de mercado foi o principal motivo citado para a expansão nessas regiões específicas. Além disso, o desejo de expandir as vendas, diversificar os investimentos e atrair os melhores talentos também foi bastante citado.
“Esta pesquisa oferece motivos para otimismo de que a crise econômica causada pela COVID-19 não tenha prejudicado os planos de expansão internacional da maioria das empresas que já estavam nesse caminho”, explicou Nicole Sahin, CEO e fundadora da Globalization Partners. “No entanto, os desafios operacionais, particularmente em torno das normas legais locais, recrutamento e conformidade, podem levar meses para serem superados. Nossa solução remove essas barreiras ao sucesso e facilita o estabelecimento de novas equipes internacionais e a geração de receita em questão de dias e, em alguns casos, em apenas 12 horas.”
Os dados também revelaram que a saúde e a segurança dos funcionários eram uma das principais preocupações relacionadas à expansão global, sendo citadas quase duas vezes mais do que as outras questões importantes, incluindo novas estratégias de negócios, aumento do fluxo de vendas e da receita, e redução dos custos organizacionais. Além disso, 83% dos executivos expressaram preocupação em gerenciar múltiplos terceiros e partes interessadas em um ambiente estrangeiro durante um clima econômico instável. E 74% dos executivos expressaram preocupação em lidar com bancos estrangeiros e com a folha de pagamento de funcionários internacionais nestes tempos voláteis.
A expansão tinha sido, ou se esperava que fosse, um processo longo para a maioria dos executivos. 86% disseram que sua expansão global levou ou levaria pelo menos cinco meses. Esse número inclui 42% que indicaram que o tempo necessário seria superior a um ano. Consequentemente, a alocação de recursos para operações globais também era uma das principais preocupações dos executivos que planejavam a expansão internacional.
Sahin concluiu: “A pesquisa corrobora todos os principais desafios enfrentados pelas empresas à medida que se expandem globalmente. Mas o maior problema geralmente é o tempo e o custo envolvidos na criação de entidades jurídicas ou subsidiárias. Nossos clientes podem contratar talentos em um novo país com facilidade, garantindo ao mesmo tempo a conformidade com as leis e acordos internacionais.”
Metodologia da Pesquisa
A pesquisa, conduzida pela CFO Research da Argyle Advisory and Research Services, entrevistou 166 executivos financeiros seniores em empresas com planos de expansão internacional.


